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15 de mai. de 2014

Androids mais novos travam menos apps que o iOS

Uma pesquisa de desempenho realizada pela Crittercism mostrou que os aparelhos munidos das versões mais recentes do Android apresentam menos travamentos de aplicativo do que nos dispositivos com iOS. A companhia monitora mais de um milhão de dispositivos móveis com os sistemas do Google e da Apple.
Aparelhos com Android apresentam metade do travamento de app do que aqueles com iOS (Foto: Allan Melo/TechTudo)
Aparelhos com Android apresentam metade do travamento de app do que aqueles com iOS (Foto: Allan Melo/TechTudo)
O estudo revelou que o Android  2.3 Gingerbread foi a versão menos estável da plataforma no que diz respeito a falhas de desempenho de aplicativos. Segundo a pesquisa, a situação mudou depois da entrada no mercado das edições Ice Cream Sandwich, Jelly Bean e KitKat do sistema operacional, que fizeram a margem de travamentos cair de 1,7% para 0,7% do tempo.
Em relação ao desempenho de aparelhos com o sistema operacional da Apple, também houve uma melhora. Foi de 2,5% do tempo no iOS 6 para 2,1% no iOS 7. A evolução foi ainda maior com o surgimento do iOS 7.1, reduzindo o percentual para 1,6% do tempo.

O resultado pode surpreender alguns usuários de produtos da Apple, que prezam pelo desempenho dos aparelhos. Afinal, a plataforma desenvolvida pela empresa da maçã tem um número mais de duas vezes pior no que diz respeito a travamentos de aplicações do que a do rival Google.
O relatório da Crittercism ainda avaliou os aparelhos mais estáveis e o Galaxy S4 saiu na frente, com uma taxa de travamentos de dados de apenas 0.9%. O prêmio de menos estável foi para o iPad 2, com um índice de 2.6%. Dentre os aparelhos da Apple que menos apresentam menor índice de travamento está o iPhone 5 com 1.7%. Além disso, a pesquisa descobriu que os apps são mais estáveis em iPhones do que em iPads.

Flappy Bird voltará em agosto

Flappy Bird, um dos jogos mais viciantes a dar as caras nos smartphones nos últimos tempos, irá voltar para a App Store e Google Play em agosto com um modo multiplayer, de acordo com seu criador. O anúncio foi feito diretamente pelo desenvolvedor independente vietnamita, Dong Nguyen, para a repórter Kelly Evans da CNBC.
Viciante jogo Flappy Bird irá voltar em agosto com modo multiplayer (Foto: Divulgação)






Por ora não há maiores detalhes sobre como será o modo multiplayer prometido, mas muitas pessoas já estarão felizes em jogar a porção single player. Em Flappy Bird os jogadores precisam navegar um pássaro através de pequenos espaços entre canos, usando como única forma de controle um leve bater de asas ao tocar na tela.
A simplicidade aliada ao alto desafio tornaram o jogo uma febre em janeiro desse ano, se tornando um dos maiores sucessos das lojas App Store e Google Play. Porém, as polêmicas ao redor de um jogo tão simples alcançar tanto sucesso e a pressão da internet sobre Nguyen, fez com que ele tirasse o jogo do ar em fevereiro.
Segundo seu criador, Flappy Bird é viciante demais e ele recebia mensagens violentas de pessoas que estavam jogando, hora ameaçando se matar, hora ameaçando matá-lo. Desde que o jogo foi tirado do ar, incontáveis clones apareceram nas lojas da Apple e Google, e até hoje por volta de 60 clones de Flappy Bird são lançados diariamente.

Óculos Pendrive

A Reef acaba de lançar um óculos de sol que traz um pendrive embutido em uma de suas hastes. O inusitado produto foi desenvolvido para disfarçar um pequeno dispositivo que possui capacidade de armazenamento de 4 GB, permitindo que ele seja transportado de maneira muito prática e discreta.
Reef lança pen drive embutido em haste de óculos de sol; confira (Foto: Divulgação/Reef)










Chamado de EYEMEMO 3.0, este produto utiliza lentes com tratamento antirreflexo e armação produzida em poliéster denominada “Green Frames”. Esta tecnologia tem índice de 40% de biodegradabilidade, graças a uma formula à base de óleo de mamona, sendo assim um produto que contribui para o meio ambiente.
O pequeno pendrive fica acoplado em uma das hastes do modelo. Este encaixe permite que ele seja retirado a qualquer momento para que seja plugado em computadores e outros dispositivos através de entradas USB. Depois de utilizado, basta colocar o gadget de volta e voltar utilizar o óculos normalmente.
Óculos com pedrive embutido da Reef (Foto: Divulgação/Reef)
Mas atenção antes de levar seu óculos para a praia e cair com ele na água. Apesar de a Reef ser uma marca voltada para os surfistas, a assessoria informa que o pendrive não é feito para um mergulho no mar. No entanto, como fica protegido dentro da haste do óculos, não sofrerá dano se for exposto à chuva forte.
O EYEMEMO 3.0 já está à venda. Comercializado em três modelos com ilustrações especiais, o modelo possui valor sugerido de de R$ 529,90.

Árvores moles

Cientistas criam "árvores moles" para indústria do papel

Cientistas criam
Ativistas do meio ambiente lançaram preocupações sobre o cruzamento dessas "árvores moles" com espécies nativas, o que poderia ser desastroso para o meio ambiente.[Imagem: University of British Columbia]
Cientistas introduziram modificações genéticas em árvores para tornar mais fácil a produção de papel e de biocombustíveis.
Segundo eles, isso significa que será necessário usar menos produtos químicos e menos energia, além do que essas indústrias produzirão menos poluentes ambientais.
Por outro lado, ativistas do meio ambiente lançaram preocupações sobre o cruzamento dessas "árvores moles" com espécies nativas, o que poderia ser desastroso para o meio ambiente.
Árvores geneticamente modificadas
"Um dos maiores obstáculos para a indústria de papel e celulose, bem como para a indústria de biocombustíveis, é um polímero encontrado na madeira, conhecido como lignina," explica Shawn Mansfield, da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá.
A lignina é uma parte substancial da parede celular da maioria das plantas e dificulta o processamento da madeira para a fabricação de celulose, papel e biocombustíveis.
Atualmente, a lignina precisa ser removida, um processo que emprega produtos químicos e energia e gera uma porção de poluentes.
A solução apresentada pelo Dr. Mansfield e sua equipe consiste em utilizar a engenharia genética para modificar a lignina, tornando-a mais fácil de quebrar.
Eles descobriram um gene em uma planta chamada angélica chinesa que muda a consistência da lignina, tornando-a mais fácil de quebrar, e introduziram esse gene em álamos, uma das árvores mais exploradas comercialmente no hemisfério norte.
Seus resultados indicaram que é possível extrair quase o dobro da quantidade de açúcar das plantas geneticamente modificadas em comparação com o álamo natural.
Árvores raquíticas
Outros pesquisadores já haviam tentado resolver o problema da lignina reduzindo sua quantidade nas árvores introduzindo genes supressores.
No entanto, o que eles obtiveram foram árvores raquíticas ou suscetíveis ao vento, neve, pragas e patógenos - em uma palavra, árvores mais fracas.
Segundo o Dr. Mansfield, a modificação genética é de fato uma questão controversa, mas, no caso das árvores, é possível inibir a proliferação dos genes nas florestas naturais.
Suas propostas, porém, parecem ser tão frágeis quanto as árvores que ele está produzindo: cortar as árvores antes que elas atinjam a maturidade sexual, não cultivá-las próximo às florestas naturais ou tentar tornar as árvores estéreis.

17 de fev. de 2014

Robôs-cupins

Robôs-cupins dispensam projetos e engenheiros

Com informações da Science - 
Robôs-cupins constroem sem projetos e sem engenheiros

Estigmergia
Imagine pedir a uma equipe de robôs para que eles construam uma casa para você sem precisar lhes dizer como fazê-lo.
Pelo menos essa segunda parte - construir sem um projeto inicial - já é uma realidade para a equipe de robôs construída por engenheiros da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.
Eles foram buscar inspiração nos cupins.
Ao contrário dos humanos, que necessitam de um projeto e de planejamento para construir algo complicado, os cupins constroem montes que têm centenas de vezes o seu tamanho sem uma estratégia inicial, sem coordenação central e com uma capacidade de comunicação entre indivíduos que é limitada.
Em vez de planejamento e controle, os cupins usam algo chamado estigmergia, um mecanismo de coordenação indireta que se baseia em dicas simples capturadas do ambiente e dos outros cupins.
Justin Werfel e seus colegas usaram a estigmergia para projetar algoritmos que refletem o comportamento dos cupins. A seguir, eles implementaram os algoritmos em um conjunto de robôs de construção.
Robôs-cupins constroem sem projetos e sem engenheiros

Seguir as regras
Cada robô precisar ter apenas a capacidade de detectar um bloco ou outro robô para fazer seu trabalho, que consiste em capturar um bloco, mover-se seguindo uma matriz, depositar o bloco no próximo espaço livre, e recomeçar.
Embora cada robô seja capaz de seguir apenas algumas regras simples - como colocar um bloco em um espaço vazio ou iniciar uma nova fileira quando um nível ficou pronto - o resultado global é um comportamento inteligente, capaz de construir estruturas definidas pelo usuário.
Assim, em vez das etapas de um projeto, é o número de regras que cada robô conhece que é importante - quanto mais complexa for a estrutura a ser construída, maior será o número de regras que precisarão ser inseridas na programação dos robôs.
Robôs-cupins constroem sem projetos e sem engenheiros
Diques contra inundações
Segundo os pesquisadores, o conceito é interessante de um ponto de vista prático porque equipes de robôs com este tipo de controle independente e descentralizado são escalonáveis, ou seja podem ser adicionados tantos robôs quantos forem necessários para a execução de um projeto, sem ter que avisar ninguém - os novos robôs vão simplesmente se juntar ao time e começar a trabalhar.
O oposto também é verdadeiro, já que a perda de membros individuais não vai atrapalhar em nada o trabalho da equipe, tornando o sistema adequado para ambientes perigosos.
"A visão de longo prazo é que equipes de robôs como esta construam estruturas em grande escala para uso humano. Embora ainda tenhamos que percorrer um longo caminho para isso, uma aplicação de curto prazo poderia ser algo como a construção de pilhas de sacos de areia para proteção contra inundações," disse Werfel.

Menor turbina de vento do mundo

Menor turbina de vento do mundo aproveita até sua respiração

Redação do Site Inovação Tecnológica - 
Menor turbina de vento do mundo aproveita até sua respiração

Menor turbina de vento do mundo
Turbinas eólicas costumam ser cata-ventos gigantescos, com muitas centenas de metros, para capturar vento suficiente para gerar quantidades apreciáveis de energia.
A maior turbina eólica do mundo, por exemplo, ao girar, desenha um círculo de 154 metros de diâmetro.
Mas por que desperdiçar as brisas, e mesmo o ar da respiração, se há ocasiões em que se necessita de muito pouca energia?
Smitha Rao e seus colegas da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, decidiram construir uma turbina de vento liliputiana, que possa ser usada para soprar energia para aparelhos muito pequenos, como sensores ou mesmo celulares e outros aparelhos móveis.
A microturbina eólica, que mede 1,8 milímetro de diâmetro, é um MEMS, um sistema microeletromecânico - cabem 10 delas sobre um grão de arroz.
A pesquisadora usou conceitos de origami e técnicas de fabricação da indústria de semicondutores, mas teve que se virar para encontrar uma liga metálica flexível o suficiente para obter uma boa funcionalidade.
"O problema com a maioria dos MEMS é que os materiais são muito quebradiços. Com a liga de níquel, nós não tivemos esse problema. Ela é muito, muito durável," afirmou.
Painéis de vento
Além da geração de eletricidade, a equipe pretende explorar a tecnologia desenvolvida neste projeto para a construção de microrrobôs e redes de sensores.
Segundo Smitha, graças às suas pequenas dimensões, painéis com milhares desses moinhos de vento em miniatura poderiam ser montados nas paredes das casas e coletar energia para iluminação, segurança, sensores ambientais ou comunicações sem fio.
O trabalho já atraiu a atenção de uma empresa de Taiwan, a WinMEMS Technologies, que se ofereceu para fabricar os primeiros protótipos e verificar a viabilidade de colocar as microturbinas eólicas no mercado.
"A companhia se mostrou surpresa com a ideia da microturbina de vento quando lhes mostramos um vídeo com um protótipo funcional. Era algo completamente fora do trivial para eles e seus investidores," conta Smitha.

Maior gerador eólico do mundo

Maior gerador eólico do mundo começa a gerar energia

Redação do Site Inovação Tecnológica 
Maior gerador eólico do mundo

Maior gerador eólico do mundo
A empresa dinamarquesa Vestas acaba de anunciar a colocação no mercado daquela que será a maior turbina eólica do mundo.
Com um nome bem descritivo, a V164-8 tem um diâmetro total de 164 metros, para gerar 8 megawatts de eletricidade - ela captura o vento de uma área de 21.124 m2.
O protótipo, instalado no Centro de Testes de Grandes Turbinas, em Oesterild, na Dinamarca, já está gerando energia.
A detentora anterior do título de maior turbina eólica do mundo tem 154 metros de diâmetro.
Só a nacele da nova superturbina, o corpo principal onde fica instalado o gerador, tem 8 metros de altura x 8 metros de largura x 20 metros de comprimento, e pesa 390 toneladas.
As lâminas da V164-8 têm 80 metros de comprimento, cada uma pesando 35 toneladas - o encaixe central do rotor, onde são presas as lâminas, responde pelos quatro metros adicionais, chegando aos 164 metros de diâmetro.
Isto torna a maior turbina eólica do mundo mais de 91.000 vezes maior do que menor turbina de vento do mundo, que é pequena o suficiente para aproveitar até sua respiração.
As turbinas eólicas vêm crescendo dramaticamente ao longo das últimas décadas - há 30 anos, uma turbina eólica típica tinha um rotor de 10 metros (cada pá media 5 metros de comprimento) e eram capazes de gerar 30 kW.
O grande apelo do tamanho é a redução dos custos de instalação e a possibilidade de melhores contratos para o fornecimento de uma quantidade maior de energia - 8 MW é suficiente para abastecer quase 10.000 residências.